Escolher artes marciais para raparigas não significa que a técnica, o treino ou qualquer aspeto técnico tenha alguma variação significativa em função do género. O único motivo que leva a que algumas artes marciais tendam a ser mais escolhidas pelo sexo feminino é o faarrgh___r___6_by_mjranum_stockcto de, em média, as mulheres serem mais pequenas, terem menos peso e força física que os homens. Para uma mulher, num cenário em que queira defender-se de um atacante masculino maior, é de esperar que a arte lhe permita contornar, ou aproveitar, a maior força e peso dele como sua vantagem. Contudo, em último caso, a arte marcial mais adequeada para uma menina deve ser aquela na qual ela se sinta melhor ou com a qual mais se identifique. Vejamos alguns exemplos de autodefesa para raparigas.

Krav Maga

A arte marcial israelita foi pensada para imobilizar, ou mesmo inutilizar, um atacante no mais curto espaço de tempo possível, não olhando a meios ou a limites. Não se trata de vencer o adversário, mas sim de deixá-lo “K.O.”; daí o ataque aos olhos e a outros pontos frágeis do agressor, e fugir da cena o mais rapidamente possível, antes que ele recupere. O Krav Maga é a autodefesa por excelência.

Jiujitsu Brasileiro

Nesta moderna e revista versão do Jiujitsu, os estudantes começam a ter contacto físico com outros estudantes desde a primeira aula. Isso, aliado ao fato de ser uma arte marcial mista, combinando técnicas de diferentes artes antigas, dá rapidamente às raparigas uma autoconfiança e uma estabilidade psicológica essenciais em eventuais cenários reais de autodefesa.

Judo

Uma das características principais do judo é precisamente o fato de aproveitar o peso e a dimensão do adversário para derrotá-lo. Trata-se de uma arte marcial na qual o lutador mais pequeno pode geralmente ter vantagem, além de incorporar os conceitos orientais, comuns a outras artes marciais, de disciplina, balanço e auto-aperfeiçoamento.